Humberto Alexandre Amadori
CRM-PR: 28962 - RQE: 23793 - 23827
O GERIATRA
Humberto Alexandre Amadori é médico graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 2011. Especializou-se em Clínica Médica no Hospital de Clínicas da mesma instituição
por meio de residência médica com duração de dois anos.
Depois disso, especializou-se em Geriatria pela FAVI, por meio de estágio de longa Permanência nesta instituição e no Hospital Nossa Senhora das Graças, na cidade de Curitiba.
Titulou-se Geriatra pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e pela Associação Médica Brasileira (AMB) em 2018.
Foi o único médico titulado no estado do Paraná pela categoria regular, naquele ano, Atende em consultório particular, em visita domiciliar e no Hospital do Idoso Zilda Arns. Tem como principais áreas de interesse promoção do envelhecimento bem sucedido, avaliação e tratamento de Doença de Alzheimer e outras demências e manejo de pacientes com múltiplas doenças.
Foi diretor científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - Seção Paraná 2020-2022. Atualmente é membro da Associação Brasileira de Neuropsiquiatria Geriátrica e da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.
CRM-PR: 28962
RQE: 23793 - Geriatria
RQE: 23827 - Clínica Médica
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OS GERIATRAS
“Pesquisadores da Universidade de Minnesota identificaram 568 homens e mulheres com mais que 70 anos que viviam de maneira independente, mas que corriam alto risco de ficarem incapacitados por causa de problemas de saúde crônicos, doenças recentes ou mudanças cognitivas.
Com a permissão dos participantes, os pesquisadores encaminharam aleatoriamente metade deles para uma equipe de enfermeiros e médicos geriatras — uma equipe dedicada à arte e ciência de administrar a velhice. Os outros foram encaminhados a seus médicos habituais, que foram notificados do status de alto risco dos pacientes.
18 meses depois, 10% dos pacientes em ambos os grupos haviam morrido. Mas os pacientes que tinham se consultado com a equipe de geriatras tinham uma chance 25% MENOR de ficarem INCAPACITADOS , 50% MENOS de desenvolver DEPRESSÃO E 40%MENOS chance de precisar de serviços de CUIDADOS DOMICILIARES.
Esses resultados foram impressionantes.
Se os cientistas desenvolvessem um dispositivo — vamos chamá-lo de DESFRAGILIZADOR AUTOMÁTICO — que não prolongasse a vida dos pacientes, mas que diminuísse drasticamente a probabilidade de acabarem em uma casa de repouso ou com depressão estaríamos todos implorando por ele.
Não nos importaríamos se os médicos tivessem de abrir nosso peito e conectar o dispositivo a nossos corações. Faríamos campanha para que todas as pessoas com mais de 75 anos recebessem um. O Congresso estaria realizando audiências, exigindo saber por que indivíduos de quarenta anos não podiam recebê-lo também. Estudantes de medicina estariam fazendo de tudo para se tornar especialistas em desfragilização e as ações das empresas fabricantes do dispositivo estariam subindo às alturas.
MAS NÃO HAVIA DISPOSITIVO MIRACULOSO, era apenas GERIATRIA.”
Atul Gawande – médico cirurgião, escritor e pesquisador da área da saúde – autor de Mortais
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